Olho no olho
No espelho
Corredeiras verticais
Pensamento amontoado
Corpo meio vazio
Copo meio cheio
Nunca inteiro
Nunca mais
Quanto fui?
Quando foi?
Quanto custou
O olho da cara
Dada circunstância?
Olho no pensamento
(Tarde longa)
À meia distancia
Pés descalços na terra
Onde jaz uma roseira
Sufocante atmosfera
Mal respiro
Não há cheiro
Senão do meu suor
Senão das carcaças
Carcomidas
Na beira da estrada
Ao acaso
Lua tem vez
Copo meio vazio
Corpo meio cheio
(In)satisfeita
Dada ocasião
Terra seca
Lábio rachado
Boca aberta
Trinta e dois dentes
Maiores que o espaço
Levitar
De olho arregalado
Meu regalo
Ao olho do furacão!
Vindo ocaso…
Olho no olho
Sol e lua
Para nunca mais
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