Cante o que te toca, toque com a tua verdade

Clara boia na penumbra
Do seu quarto quente.
As ondas são suaves,
Sem precedentes.

Quando se posiciona altiva,
Mas nada entende,
Seu mar a traga e fica
À deriva, transigente.

À mercê dos clarões,
Que ora indicam coisas
Do mundo real.

Mas seu mundo como tal,
Intercalando luz e sombra,
O que se pode dizer?

Natural como respirar.
Como solidão e desalento,
Elevados, quando vem a luz.

Não fica dúvida e o intento
É saber como sair.
Permanecer na superfície
Para não se afogar
Seja qual for o nível
Do que a envolve.

Mas com direção.
Mas com direção
Clara.
Clara.

Clara
Vai se espargir.
Clara
Flutuar vai sentir.

Mas com direção
Clara.
Mas com direção.
Clara reluz.

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